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Depois da faculdade… porque não uma startup?

Tenho seguido com o crescimento da startup alemã 6wunderkinder. Porquê o ’6′? Porque é o sonho de seis pessoas tornado realidade. Esta startup foca-se em criar software (Wunderkit) que melhore a produtividade dos seus utilizadores.

Um dos colaboradores – John Doe – escreveu um artigo enriquecedor pelas suas experiências. Ele começou como estagiário (“support intern”) e foi subindo para “QA technician”, depois “Community Manager”, até “Product Marketing Manager” de um produto com 2.2 milhões de utilizadores. Essa era a sequência natural do seu esforço e dedicação.

Aqui ficam as principais ideias/experiências:

1. DON’T FOLLOW YOUR DESTINY, BUILD IT.

If my degree couldn’t bag me a career, I wanted to make my own. I wanted to create the next big thing. And what better way to get a crash course in conceptualizing, building and monetizing a product or service than to join a startup.

2. THINK DIFFERENT. LITERALLY.

So you studied audio production. So what?! Aside from your core education, what else have you learnt? What do your friends say you’re good at?

3. START AS AN INTERN.

Internships are great. They’re your gateway into a world of innovation and creation. If you’re delving into an area you’re not overly comfortable with, it’s also a great way to hit the ground running and get up to speed with the company you choose. The goal here? To prove yourself. Learn as much as you can, get involved with discussions, and do a great job – whatever it is.

4. PLANT SOME SEEDS, WATCH THEM GROW.

Start letting others know that you’re up for new challenges, and take them. I began at 6Wunderkinder as a support intern. I then became a QA technician. Then a Community Manager. Today I’m Product Marketing Manager for our collective 2.2 million users. How I did this isn’t rocket science. I asked for these things. Take a new position after your internship, live and breathe it, excel in it, and ask for more. You’ll be rewarded.

5. MEET AND GREET EVERYONE.

One thing we’re all capable of is talking to people and forging friendships. The people you meet during your time at a startup are people that can help you with many things in the future. ’6′ wunderkinder is just that – six friends that wanted to start something incredible. Keep attending networking meet ups, keep emailing fellow startups, keep tweeting your favorite founders. The friends you make here are your friends for life.

6. THE WORLD IS YOUR OYSTER.

I’m still learning. I have a way to go yet. But I know after years of hard work and the will to learn new things I’ll be ready to take the next step. Whether that’s moving onto something new, or building my own thing. The things we use every day started as simple ideas, at the hands of people that were determined to see them through. 

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O que os empregadores procuram no teu currículo em 6 segundos

É sabido que os recrutadores gastam pouco tempo a ler os currículos que lhes são enviados. Pouco tempo significa “em média 6 segundos até decidirem se és interessante ou não”. Por isso deves ser conciso e focar-te naquilo que realmente lhes interessa.

Um estudo usou tecnologia “eye-tracking” para registar onde é que o olhar dos recrutadores se demora num currículo. Concluiu-se que:

No pouco tempo que gastam a olhar para o teu currículo, eles olham para o teu nome, a tua empresa atual e a tua função, quando começaste essa função, qual foi a tua função anterior e qual a empresa em que estavas, quando começaste e terminaste essa função, e a tua educação.

Fonte: http://lifehacker.com/5901056/recruiters-only-look-at-your-resume-for-an-average-of-six-seconds-and-this-is-what-they-see

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7 razões para não trabalhar por contra de outrem

Ansiar pelo fim do curso para entrar numa grande empresa já não é o sonho de todos os jovens, e ainda bem que assim é. Hoje é cada vez mais fácil, e até mesmo conveniente, procurar alternativas mais desafiantes.

A experiência que se adquire é limitada

Os seus superiores podem não ter muito interesse em que evolua, por várias razões. A primeira é para não lhes dar muito trabalho com perguntas e propostas desafiantes. A segunda, e mais desesperante, é pelo receio de que lhes passe à frente. Além disso, hoje a maioria dos empregos não são sustentáveis a longo prazo. Os cortes de custos atiram, até mesmo os melhores, para o subsídio de desemprego, com muita facilidade.

Os telhados de cristal existem

Quem está no topo jura a pés juntos que isto é coisa do passado, mas a verdade é que nas grandes organizações continuam a existir determinados patamares hierárquicos que indicam o limite a que pode almejar. Qualquer pessoa com espírito empreendedor, que queira superar-se, fazer coisas novas e de maneira diferente, vê-se limitado dentro de estruturas pré-estabelecidas, que a impedem de evoluir.

O salário já não é garantia de nada

Há uns anos, um salário certo era fundamental para comprar casa, carro e até conseguir um empréstimo para lançar uma startup. Hoje, deixou de ter valor. Os bancos preferem o património do cliente como garantia, pois os salários são uma verdade hoje, mas podem não ser no mês seguinte.

A segurança já não existe

O emprego para a vida desapareceu e a ambição romântica de começar a trabalhar aos 18 anos como porteiro num hotel e chegar a diretor geral aos 37 já não passa de um sonho. Já não há empregos seguros. Até os funcionários públicos sentem o perigo por perto. E nas empresas privadas, se as receitas baixam, já não se hesita em despedir diretores e mesmo diretores-gerais. E muitos dos privilégios que se conseguiam em algumas grandes empresas também já foram praticamente extintos.

A carreira é um mito

Hoje somos descritos por Robert Kiyosaki (autor de livros de auto-ajuda e motivação) como hamsters que correm nas rodas das suas gaiolas, sem tempo para refletir no que queremos da vida. O que nos move são as contas para pagar e por isso nunca podemos deixar de correr, mesmo que implique continuar a caminhar para lado nenhum, sem futuro, nem esperança, por falta de tempo para procurar um novo posicionamento estratégico.

Os jovens estão muito à frente

Têm hoje uma capacidade de processamento de informação, de fazer várias coisas ao mesmo tempo e de resolver problemas, que a geração que está no mercado de trabalho tem dificuldade em acompanhar. Há estudos que provam que os recém-licenciados já são fisiologicamente diferentes, com mais matéria cinzenta na parte inferior parietal do cérebro. Com este cenário, é fácil de prever que dentro de 10 anos os jovens estarão muito melhor preparados e ágeis do ponto de vista intelectual, do que a geração atual.

Não tem vida pessoal

A maioria dos empregos exige hoje enormes doses de dedicação, que acabam por sugar toda a energia e tempo, resumindo a vida pessoal a pouco mais do que a família nuclear e os colegas de escritório. Quase não há margem para escolha. A gestão própria do tempo é um dos maiores ativos que tem quem trabalha por conta própria – no início, pode não ter muito tempo livre, por vezes não tem mesmo nenhum, mas é você que decide quando pode parar. E, em última instância, escolheu as pessoas com quem criou um negócio próprio e com quem passará a maior parte do tempo de trabalho.

 

Fontehttp://expresso.sapo.pt/7-razoes-para-nao-trabalhar-por-conta-de-outrem=f724479

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Qualidades de um empregado excecional

É sabido que o Instituto Superior Técnico é considerado a melhor faculdade de engenharia de Portugal. Mas nem só as skills que são aqui ensinadas serão importantes para a tua vida futura, para a tua carreira. Os bons empregados não se satisfazem por ter o seu trabalho pronto, mas sim, ter o trabalho pronto, a tempo e horas, e com uma qualidade acima da média. Os bons empregados são pró-ativos, lideres e de confiança. Seguem-se algumas dicas para te tornares num empregado excecional:

1. “Ignora” descrições de trabalho

Quanto menor a empresa, a tendência dos seus empregados é o de se preocupar consigo próprio e não com o bem comum da empresa.
Quando um projeto estiver em risco, os empregados notáveis (ou seja, TU), devem saber sem que lhes seja dito que há um problema e por iniciativa própria tentarem-no resolver (como por exemplo ajudar um colega que está com imenso trabalho), mesmo não sendo o seu trabalho.

2. Sê excêntrico

Os melhores funcionários são muitas vezes um pouco diferentes. Tenta ser subtil, e às vezes irreverente. Podem achar-te estranho mas de uma forma boa. Podes-te transformar na personalidade que “agita” as coisas no local de trabalho, e que transforma o trabalho em algo divertido. Se não tiveres medo de ser diferente e de esticar os limites, podes vir ter muito boas ideias para o teu trabalho.

3. Conhece os teus limites

Uma personalidade incomum é muito divertida… até que deixa de o ser. Quando um grande desafio aparece, os melhores funcionários param de expressar a sua individualidade e encaixam-se perfeitamente na equipa de trabalho. Os grandes empregados sabem quando devem brincar e quando devem ser sérios; quando devem ser irreverentes e quando devem-se conformar. É um equilíbrio difícil de atingir, e são raros os que conseguem caminhar sobre essa linha com facilidade.

4. Trata alguns problemas em privado

Deves tratar as questões sensíveis antes ou depois de uma reunião. Deves saber quando deves levantá-la num ambiente de grupo ou quando esse assunto poderia desencadear uma tempestade.

5. Comunica

Alguns dos teus futuros colegas são mais tímidos, e por isso ficarão hesitantes em falar nas reuniões, outros são ainda hesitantes em falar em privado.

Um empregado uma vez fez-me uma pergunta sobre demissões potenciais. Após a reunião, eu disse-lhe: “Porque é que perguntou isso? Já sabe o que está a acontecer.” Ele disse: “Eu sei, mas um monte de outras pessoas não fazem ideia, e eles têm medo de perguntar. Eu pensei que seria bom se eles ouvissem a resposta de si.”

Deves ter uma sensação inata para as questões e preocupações daqueles que te rodeiam, e até podes fazer perguntas ou levantar questões importantes quando outros hesitam.

6. Inova

Algumas pessoas são insatisfeitas (no bom sentido) e estão constantemente a “brincar” com alguma coisa: Refazer um cronograma, ajustar um processo, aprimorando um fluxo de trabalho. Os grandes empregados ​​encontram maneiras de tornar os processos ainda melhores, não só porque se espera que o façam… mas porque eles simplesmente não podem evitá-lo.

 

Fontes: